Os seus programas de trabalho — o ERP, a contabilidade, o que a equipa usa todos os dias — abertos a partir de casa com um clique. Sem VPN para configurar, sem palavras-passe de servidor para distribuir, sem chamadas para o apoio técnico.
Hoje, para alguém trabalhar de casa, é preciso abrir a VPN, esperar, abrir o ambiente remoto, escolher a máquina certa, e saber o que fazer quando alguma coisa falha. São quatro aplicações e um conjunto de conhecimento técnico para uma tarefa que devia ser um clique.
Ligações que caem, perfis desatualizados, gente sem saber que aplicação abrir primeiro. É tempo de quem sabe, gasto no que devia estar resolvido.
Uma credencial de VPN partilhada é uma credencial que sai da empresa quando alguém sai — e que ninguém consegue revogar sem a mudar a todos.
Quando é preciso responder a «quem acedeu a quê, e quando», a resposta honesta costuma ser que não se sabe.
Depois disto é sempre só o ícone: cada aplicação a que a pessoa tem acesso ganha um atalho no ambiente de trabalho dela.
Um instalador único trata de tudo. Leva o endereço e as credenciais de confiança lá dentro — não há nada para o utilizador configurar.
A conta da pessoa, com verificação em dois passos. O computador fica associado a ela através de um certificado guardado no chip de segurança da máquina.
Carrega no ícone e o programa abre numa janela, como se estivesse instalado ali. A ligação segura é levantada por trás, sem passos nem esperas.
Etapas que o utilizador nunca vê — e cuja falha é reportada em linguagem que se entende, não em códigos hexadecimais.
Quem tem computador na empresa liga-se ao seu. Quem não tem recebe apenas as aplicações que lhe forem atribuídas, num servidor partilhado — e mais nada.
Liga-se ao próprio posto de trabalho, com tudo como o deixou: os ficheiros abertos, os atalhos, as definições. Trabalhar de casa passa a ser a mesma coisa que trabalhar à secretária.
Recebem só a aplicação que lhes foi atribuída, aberta numa janela própria. Não veem o resto da máquina, não veem o trabalho dos outros, e não precisam de saber nenhuma palavra-passe de sistema.
Uma consola que responde à pergunta que interessa: quem alcança o quê. Dar e retirar acesso é um clique, e fica registado quem entrou, de onde, e quando.
É isto que distingue o Guardian Connect de uma VPN comum: não basta saber uma palavra-passe.
Palavra-passe protegida com um algoritmo desenhado para resistir a ataques por força bruta, e segundo fator obrigatório — sem exceções, nem para quem administra.
Um certificado emitido pela empresa, com a chave guardada no chip de segurança da máquina — de onde não sai, nem para o dono. Uma credencial copiada não funciona noutro sítio.
Cada ligação pede uma autorização ao servidor, válida por minutos e de uso único. Não há credencial que sirva sozinha, nem que sobreviva a ser copiada.
| Sem o Guardian Connect | Com o Guardian Connect | |
|---|---|---|
| Para trabalhar de fora | Quatro aplicações e saber usá-las | Um ícone |
| Quem sabe a palavra-passe de acesso | Toda a gente | Ninguém — vive cifrada no servidor |
| Onde fica guardada no computador | Escrita ou memorizada | Em lado nenhum |
| Registo de quem se ligou | Nenhum | Pessoa, computador, destino e hora |
| Bloquear alguém que saiu | Mudar a senha a toda a gente | Um clique |
| Quem controla a plataforma | Um fornecedor externo | A própria empresa |
Se já tem conta, entre e descarregue a aplicação. Se está a avaliar o Guardian Connect para a sua empresa, fale connosco — mostramos numa reunião curta.